Por Jerry Brown, APR
Se você tiver informações sobre uma tendência interessante, pode ter condições de transformá-los em notícia.
Se trabalhar em uma universidade, por exemplo, os estudantes estão se matriculando em disciplinas diferentes do que faziam há cinco, dez ou vinte anos? A idade média do corpo estudantil mudou? Há mais adultos trabalhadores estudando? Se houver, como eles estão pagando? Cada uma dessas perguntas conduz a uma história potencial, se você tiver dados interessantes para compartilhar.
Este é um conjunto de exemplos, para um tipo de organização. Há muitos outros. Quais são os seus? Garimpe os dados disponíveis para você e componha-os em informações relevantes para o público. Depois encontre um repórter que escreva para esse público. E você terá uma boa oportunidade de se tornar notícia.
Você precisa também de um gancho, um motivo para a mídia escrever agora a sua história. Nossa universidade imaginária poderia levantar uma história no começo do ano, quando os alunos estão voltando para a escola, no final do ano quando futuros estudantes estão se inscrevendo para admissão ou uma história de tendências de emprego no momento da graduação.
Não tem nenhum dado que mereça ser publicado? Faça uma pesquisa. Pode ser séria ou bem-humorada, desde que seja interessante. Bem-humorada é mais fácil. Em questões sérias, os repórteres ficarão céticos de pesquisas contratadas por qualquer pessoa que tenha interesse pessoal nos resultados.
Alguns exemplos de pesquisas que se tornaram notícias:
- Pesquisa da Associação Nacional de Criadores de Gado declarando que 73% dos americanos fazem churrasco no Memorial Day.
- Pesquisa da H&R Block fazendo perguntas a crianças sobre impostos, coisas como, quem paga mais impostos Batman ou Superman?
- E uma vez tive um cliente que perguntou a usuários de telefone celular qual a probabilidade de eles responderem ao telefone se ele tocasse em diversos lugares, inclusive na igreja. O cliente estava inicialmente relutante em incluir a pergunta sobre a igreja, mas esta foi a que vendeu a história, porque a maioria de nós reage ao absurdo de alguém realmente respondendo ao telefone ali.
Dê uma olhada em seus dados. Você pode ter algumas histórias ótimas ali apenas esperando para serem contadas.
Durante 20 anos como jornalista, Jerry Brown trabalhou para The Associated Press (ele foi editor responsável do escritório de Washington da AP durante Watergate); jornais diários em Little Rock, Fort Worth e Denver; a U.S. Information Agency; e duas publicações comerciais. Jerry vem atuando em relações públicas nas últimas duas décadas e é membro credenciado (APR) da Public Relations Society of America e antigo membro do conselho do capítulo de Colorado da PRSA. Entre em contato com Jerry em jerry@pr-impact.com ou visite seu website em pr-impact.com.